
Já faz uns anos que a indústria de videojogos tem vindo a reclamar por reconhecimento, reconhecimento que tardava em vir devido à falta de algo que trouxesse os jogos às massas.
Hoje em dia, após a PlayStation ter conquistado o mundo das massas e ter trazido reconhecimento aos jogos. Hélàs temos uma nova faceta que surge em torno deste meio fascinante.
Quem não conhece a imprensa paparazzi que existe em torno dos outros meios de entretenimento? Quem não conhece às polémicas surgidas no sempre surpreendente território Americano? Polémicas, por vezes barbáricas, que tendem em justificar-se na influência dos media. Desde o death metal/black metal, passando pelos filmes violentos e surreais e acabando nos jogos.
Muitas das vezes não constitui mais que uma charada, uma maneira de se tornar famoso à custa de determinada propriedade intelectual que suscite um minímo de polémica, pelo conteúdo, no seio da sociedade. Um dos nomes mais famosos dos dias de hoje, é do advogado e anti-jogos activista Jack Thompson, que por várias vezes tem tentado eleger leis que estabelecem certos aspectos caracteristícos da indústria dos jogos de vídeo em geral como ilegal.
Movimentos contra os jogos de vídeo e a imprensa que, cobre os ditos eventos polémicos, tem-se vindo a alastrar gradualmente, ao mesmo tempo em que a indústria é cada vez mais reconhecida. Só este ano a Academia Britânica dos Filmes e Arte Televisiva, ou BAFTA (British Academy of Film and Television Arts), criou um ramo que dedica-se precisamente à premiação dos melhores jogos do ano em várias categorias, os BAVGA (British Academy of Video Games Award). Apesar de algumas nomeações e vencedores algo duvidosos, é importante notar o reconhecimento que os videojogos têm ganho ao longo dos últimos anos. Ao ponto, que hoje em dia torna-se noticioso o mais pequeno acontecimento que envolva uma consola, ou jogo.
A questão é, será que os “verdadeiros” problemas que afectam a indústria actualmente serão esquecidos?
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